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48 Cards in this Set

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Agente etiológico da tuberculose

Mycobacterium tuberculosis

Mecanismo de evasão do Bacilo de Koch

Escape do fagossoma e parasitismo intracelular no macrófago

Principal tipo de tuberculose extra-pulmonar

Tuberculose pleural

Acúmulo de células epitelióides e gigantocitos no parênquima pulmonar para conter a disseminação do Bacilo de Koch

Granuloma = Cancro de inoculação

Tipos de tuberculose

Tuberculose pulmonar e tuberculose extra-pulmonar

Fase de Crescimento Livre

Bacilo de Koch desenvolvendo-se no alvéolo após infecção.

Cancro de inoculação + linfangite + adenomegalia hilar

Complexo Primário Tuberculoso = Complexo de Ranke

Estimula mecanismos imunológicos que evitam a disseminação hematogênica da tuberculose (protegendo contra formas extrapulmonares)

Vacina BCG

Necrose Caseosa

Necrose tecidual que ocorre com alto teor de gorduras liberadas pelo metabolismo do bacilo

Quadro clínico da tuberculose

Sintomas respiratórios


Tosse: seca (início) ou produtiva.


Hemoptise


Dispnéia e dor torácica (menos comum)



Sintomas gerais


Febre: vespertina


Sudorese: noturna


Perda ponderal



Exames complementares

Radiografia de tórax: PA, perfil e Laurel


Bacterioscopia


Cultura*


Teste tuberculínico



TC (acompanhamento)


US (guiar punção)



*Indicações

Indicações para Cultura

Caso suspeito com baciloscopia negativa;


Paucibacilares e extra-pulmonar


HIV positivo


Retratamento após falência o abandono da terapia


Recidiva da doença


Suspeita de resistência às drogas do tratamento ➡ seguida de teste de sensibilidade


Suspeita de mycobacterium não tuberculosis

Quais as três regras básicas para um tratamento efetivo

Tratamento com no mínimo três fármacos em associação (proteção cruzada, evitando resistência)


Tempo prolongado de tratamento (dividido em fase de ataque e fase de manutenção)


Regularidade na tomada da medicação

Tratamento da tuberculose - Duração e drogas (resumo)

Seis meses: 2 meses fase intensiva e 4 meses fase de manutenção



Rifampicina + isoniazida + pirazinamida + etambutol

Diagnóstico de tuberculose

Clínica: tosse produtiva, febre vespertina e sudorese noturna, perda de peso


Achados radiológicos característicos como:


cavernas


Derrame pleural


Condensações


Linfonodomegalia



Confirma com visualização do bacilo de Kohn na baciloscopia.

Esquema terapêutico da fase de manutenção

1 comprimido contém:


Rifampicina 150mg


Isoniazida 75mg



20 a 35 kg: 2 comprimidos 36 a 50 kg: 3 comprimidos acima de 50 kg: 4 comprimidos Duração da fase: 4 meses

Indicações para BCG

Recém-nascidos com peso maior igual a 2 kg


Trabalhadores da área da saúde com teste tuberculinico negativo e que atendem pacientes com tuberculose ou AIDS

Qual o período de maior risco de desenvolvimento de uma tuberculose secundária (reativação de infecção latente)

Nos primeiros 2 anos após infecção

Características do patógeno da tuberculose

Reprodução lenta


Aeróbico restrito


Resistente a descoloração por álcool-ácido (BAAR)


Sensível à agentes físicos (calor, raios UV)

Prevenção de tuberculose

BCG e Quimioprofilaxia

Qual a característica do derrame pleural na tuberculose pleural

Exsudato


Proteínas e DHL elevado

Qual o objetivo da fase de manutenção do tratamento da tuberculose

Eliminação de bacilos persistentes e redução do risco de recidiva

Esquema terapêutico da fase intensiva

1 comprimido contém:


Rifampicina 150mg


Isoniazida 75mg


Pirazinamida 400 mg


Etambutol 275mg



20 a 35 kg: 2 comprimidos


36 a 50 kg: 3 comprimidos


acima de 50 kg: 4 comprimidos



Duração da fase: 2 meses

Tuberculose Primária

Na infecção inicial, por aumento do número de bacilos ou falha na resposta imunológica, a doença se estabelece.

Tuberculose pós primária

Reativação endógena (de uma infecção latente) com queda da resposta imune e/o provável aparecimento de cepas mutantes do bacilo mais virulentas. Posterior a infecção inicial

Importância da baciloscopia no derrame pleural tuberculoso

Possibilidade de baciloscopia positiva tanto pela forma pleural, como na possibilidade da concomitância de tuberculose pulmonar.

Exame diagnóstico padrão ouro para derrame pleural tuberculoso

Biópsia pleural


Buscando padrão morfológico exsudativo ou até mesmo granuloso e presença de bacilos

Tratamento da tuberculose pleural

Mesmo da forma pulmonar


Rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol por 6 meses

Qual o objetivo da fase de ataque do tratamento da tuberculose

Redução da população de bacilos e redução da transmissibilidade

Quadro clínico típico da tuberculose pleural

Tosse seca, febre vespertina, sudorese noturna, emagrecimento e dispneia.

Quimioprofilaxia - Objetivo e indicações

Detecção de infecção latente e tratamento profilático para evitar a reativação do foco.



Recém nascidos de mãe bacilífera


Comunicantes de baciliferos menores de 5 anos, não vacinados por BCG, teste tuberculinico positivo, raio-x normal e sem sintomas.


HIV positivo com T T maior que 10mm

Formas de obtenção de amostra para baciloscopia

Exame com escarro espontâneo ou induzido, melhor amostra de material é pela manhã.



Como obter escarro de forma induzida

Solução salina hipertônica a 3%

Em que situações problemas se o tratamento da tuberculose

Tuberculose extra-pulmonar meningoencefalite - prolonga-se para 9 meses expandindo a fase de manutenção de 4 para 7 meses mantém-se o mesmo esquema de drogas.



Em casos de tuberculose resistente ao tratamento padrão

Como se dá o acompanhamento do paciente em tratamento de tuberculose

Realiza-se baciloscopias, de modo que ao final da fase de ataque 2 meses o paciente deve estar com baciloscopia negativa indicando que não transmite a doença.

Em que situações considera-se falência do tratamento da tuberculose

Quando ao final do tratamento baciloscopia mantém-se positiva ou


Quando com até 4 meses de tratamento a baciloscopia apresenta-se fortemente positiva

Quais os fatores de risco envolvidos com a tuberculose

Aglomeração humana, desnutrição, etilismo, imunossuprimidos, infecções associadas, idosos, baixa renda familiar, institucionalizados

Dentre os efeitos adversos podemos dividi-los em duas classes


Efeitos maiores quando presentes indicam suspensão do fármaco



Efeitos menores

Exantema ou hipersensibilidade grave. Causador e conduta

Causado por todos os fármacos e indicam suspensão do medicamento


Após suspensão Total deve-se adicionar os fármacos um a um a fim de Identificar qual causou adição

Psicose encefalopatia ou outras alterações neurológicas graves

Isoniazida - indica a suspensão do Faro

Neurite óptica

Etambutol - indica a suspensão do Faro

Hepatotoxicidade

Todos exceto etambutol - indica suspensão do fármaco

Leucopenia, trombocitopenia, agranulocitose, eosinofilia e anemia hemolítica

Rifampicina - indica a suspensão do fármaco

Nefrite intersticial

Rifampicina h indica a suspensão do Fármaco

Rabdomiólise e insuficiência renal

Pirazinamida indica suspensão do fármaco

Neuropatia periférica

Comumente isoniazida, não indica suspensão do fármaco, conduta tratamento com piridoxina (vitamina B6) 50mg/dia.

Exemplos de critérios menores que não indicam suspensão

Cefaleia, dor articular, prurido ou exantema leve.

Quais as principais complicações da tuberculose

Empiema e pneumotórax secundário a doença