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21 Cards in this Set

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Qual a alteração característica das Leucemias Agudas?
Bloqueio de maturação
Acúmulo de precursores imaturos da linhagem linfóide ou mielóide (blastos)
Ordem de frequência das leucemias
1.LMA
2.LLC
3.LMA
4.LLA

Na criança,a LLA é a mais frequente.
Qual o clone neoplásico da leucemia aguda?
LMA-progenitor GM, G, M, mieloblasto, promielócito, pronormoblasto ou magacarioblasto

LLA-célula pré-T ou pré-B (mais comum)
Como evolui a leucemia aguda?
1. Blastos leucêmicos invadem a MO, dando:supressão da hematopoiese normal (ocupação medular e fatores inibitórios)

2.Blastos são lançados na circulação (leucocitose), sem função fisiológica

3.Blastos podem infiltrar:linfonodos, baço, fígado, gengiva, órbita, SNC, meninges, testículos, pele
Como se origina a leucemia aguda?
Expressão de um ou mais protooncogenes (por mutações)
Fatores de risco para leucemias agudas
-radiação ionizante
-benzeno
-agentes alquilantes
-distúrbios congênitos com instabilidade cromossômica: Bloom, ataxia-teleangiectasia
-Anomalias citogenéticas: Down, Patau, Klinefelter
Leucemia mielóide aguda - epidemiologia
Mais comum
2 picos: 15 a 40 anos e maiores de 60 anos
Leucemia mielóide aguda - manifestações clínicas
1. Astenia: síndrome anêmica
2.Sangramento: plaquetopenia grave; sangramento cutâneo e mucoso
3.Febre: neoplásica, peloa neutropenia ou pela infecção

-hepatoesplenomegalia
-infiltração cutânea
-dor óssea
-hiperplasia gengival (M4 e M5)
Síndrome da leucostase
Leucometria muito alta (>100.000)
Mais comum em M4 e M5
Aumento da viscosidade sanguínea
Leucemia mielóide aguda - laboratório
-anemia normo/normo
-plaquetopenia
-leucometria variável
Leucemia mielóide aguda - confirmação diagnóstica
Aspirado de medula óssea
- mais de 20% ou mais de 30% de blastos
Por que o subtipo M3 é diferente?
Os promielócitos neoplásicos secretam uma substância semelhante a tromboplastina, dando CIVD - sangramento desproporcional a plaquetopenia
Leucemia mielóide aguda -tipagem
Diferencia o blasto linfóide do mielóide
-microscopia: bastonetes de Auer (LMA -M2,3 e 4)
-citoquímica: SudanBlack (M1-M4) e esterases (M4-M5)
-imunofenotipagem:CD13,14,33
Leucemia mielóide aguda -tratamento de suporte
1) tx de plaquetas:
-<30.000 com sangramento de mucosas
-<5.000-10.000 profilático, sem sg

2) Antibioticoterapia:
-neutropenia <1.000 com febre
Antibioticoterapia
Dirigida a: gram positivo e negativo e anaeróbios
- preferência por monoterapia (escolha cefepime)
-se tiver lesão cutânea ou cateter : vancomicina
-se persistir febre por mais de 7 dias: anfotericina b
Leucemia mielóide aguda -tratamento específico
Quimioterapia:
1) indução da remissão- exterminar a maioria dos blastos
-ara-C e adriamicina
2)consolidação da remissão-erradicar pequenos focos de blastos
-ara-C em dose alta

-TMO alogênico
Leucemia linfóide aguda -epidemiologia
LA mais comum da infância
Pico: 2 a 10 anos
Alta (70-85%) chance de cura na criança, pior prognóstico no adulto
Leucemia linfóide aguda - manifestações clínicas
Semelhante ao da LMA; diferenças:
-dor óssea é mais comum
-adenomegalia é mais comum
-pode haver massa mediastinal
-acometimento do SNC e testículos é mais comum
- não tem hiperplasia gengival
Leucemia linfóide aguda -diagnóstico
Confirmação pelo aspirado de MO : mais de 20 a 30% de linfoblastos
-microscopia: ausência de bastonetes de Auer
- PAS positivo
- imunofenotipagem: CD 10, 5, 19 e 20
Leucemia linfóide aguda - subtipos
L1-LLA infantil, melhor prognóstico e melhor resposta ao tratamento

L2-forma do adulto

L3- mais raro e de pior prognóstico
Leucemia linfóide aguda - tratamento
1. Indução da remissão
2.Consolidação da remissão
3.Profilaxia do SNC
4. Manutenção