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46 Cards in this Set

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AST/ALT >2 PENSAR EM

Hepatite Alcoólica

PRATELEIRA DE BLUMER

IMPLANTES METASTÁTICOS EM PERITÔNIO PÉLVICO IDENTIFICADOS AO TOQUE RETAL

Geralmente câncer de estômago e colo

CÉLULA DA QUAL SE ORIGINA O GIST

Células intersticiais de cajal

LESÃO GÁSTRICA PRÉ MALIGNA COM PREGAS AMPLAS NO FUNDO E NO CORPO DO ESTÔMAGO, ASPECTO DE "PEDRAS DE PAVIMENTAÇÃO" OU CEREBIFORME

Doença de Menetrier

Gestroenteropatia hipertrófica

ÚLCERA DE CUSHING

Situações de injúria grave do SNC

ÚLCERA DE CURLING

Acontece em pacientes com queimaduras de mais de 30% da superfície corporal

ÚLCERA DE DIEULAFOY

Em portadores de malformação vascular da mucosa gástrica

QC: hemorragia

TRÍADE DA SÍNDROME DE ZOLLINGER-ELLISON (SZE)

Hipersecreção ácida do suco gástrico


Doença ulcerosa péptica grave


Tumor de células não betas das ilhotas pancreáticas

QUANTIDADE DE LINFONODOS NECESSÁRIOS PARA O ESTADIAMENTO DA ADENOCARCINOMA GÁSTRICO

15

MARCADOR IMUNO-HISTOQUIMICO POSITIVO NOS TUMORES GIST

CD-117

ALT/AST > 2 É SUGESTIVO DE

Hepatite viral ou medicamentosa

SUGERIDO PELO AUMENTO DE BD, BT E FA

Colestase

ESTADOS HIPERMETABÓLICOS

Crise Tireotócica


Crise Adrenérgica


Hipertermia Maligna

Sinais: sudorese, taquiarritmias e tremores

RISCOS PERIOPERATÓRIOS QUANTO À GLICEMIA DO PACIENTE DIABÉTICO

Intra operatório: hipoglicemia


Pós operatório: hiperglicemia

EXAME PRÉ OPERATÓRIO PARA AVALIAR PULMÃO

VEF1 na espirometria

Se <0,8 ou 30% indica alto risco

CLÍNICA DO COMA MIXEDEMATOSO

Dificuldade de acordar da anestesia geral


Íleo paralítico prolongado


Hipotermia


Hipernatremia inexplicável


Hipoglicemia

INDICAÇÕES DD TRANSFUSÃO NO PRÉ OPERATÓRIO ELETIVO

Nível de segurança >= 10


6-9 parâmetro clínico


<6 sempre transfundir

CRISE ADDISONIANA NO PERIOPERATÓRIO

Hipovolemia com hipotensão intra/ pós operatório por perda de sódio e água devido à Insuficiência adrenal

Medidas necessárias: hiperidratação intraop, monitorar sódio/repor, antidiurético S/N

TRÍADE DOS PAROXISMOS

Cafaleia


Sudorese


Palpitações

Feocromocitoma

CUIDADO PRÉ OPERATÓRIO PRO HIPOTIREOIDISMO

Betabloquear com propranolol

CUIDADO PRÉ OPERATÓRIO DO CUSHING

Dar cetoconazol

EXAMES PARA AVALIAÇÃO NUTRICIONAL

Albumina


Linfócitos


Transferrina

Transferrina é no indicador mais precoce

FATOR DE COAGULAÇÃO QUE NÃO É SINTETIZADO EXCLUSIVAMENTE NO FÍGADO

Fator VIII

Também tem síntese endotelial

CUIDADO NO PRÉ OPERATÓRIO DE ICTERÍCIA COLESTÁTICA (COAGULAÇÃO)

Administrar Vitamina K

PARÂMETROS DO CHILD PUGH

Bilirrubina


Encefalopatia


Ascite


T INR


Albumina

NERVOS MAIS LESADOS NA CORREÇÃO DE HÉRNIA POR LAPAROSCOPIA

N. Cutâneo femoral lateral


E No. Genitofemoral

SÍNDROME DE WILKIE

Síndrome da artéria mesentérica superior - obstrução parcial ou completa da terceira porção do duodeno pela a. Mesentérica superior e aorta

HERNIAÇÃO DE ALÇA NO ESPAÇO TRANSMESENTÉRICO APÓS GASTROPLASTIA REDUTORA

Hérnia de Petersen

Causa de abdome agudo obstrutivo

SINAL DE GERSUNY

Crepitação à descompressão do abdome indicando fecaloma

ACHADOS TOMOGRÁFICOS DA APENDICITE

Apêndice espesso


Espessamento de parede e de ceco


Borramento de gordura adjacente


Líquido livre


DOENÇA EM QUE ESTÁ PRESENTE O SINAL DA SETA

Apendicite

HÉRNIA DE AMYAND

Hérnia inguinal com apêndice vermiforme

PRESENÇA DE APÊNDICE EM HÉRNIA FEMORAL

Hérnia de Grangeot

HÉRNIA DE LITTRÉ

Conteúdo é o divertículo

SINAL DE KEHR

Dor irradiada para o ombro por sangue/irritantes na cavidade peritoneal homolateral

Abdome agudo hemorrágico

MELHOR TÉCNICA PARA CORREÇÃO DE HÉRNIAS UNILATERAIS

Linchenstein

TUMORES MALIGNOS PRIMÁRIOS MAIS COMUNS DA PAREDE ABDOMINAL

Tumor desmoide e sarcoma

TÉCNICA PARA CORREÇÃO DA HÉRNIA RECIDIVADA

Reparo laparoscópico transabdominal

SINAL RADIOLÓGICO DO MIOLO DE PÃO

Fecaloma

VÍSCERAS MAIS AFETADAS PELA HÉRNIA INGUINAL POR DESLIZAMENTO

Colo e bexiga

TÉCNICA DE CORREÇÃO DE HERNIA COM APROXIMAÇÃO DO M. TRANSVERSO AO LIGAMENTO DE COOPER

Mc Vay

SINAL DE FOTHERGILL À PALPAÇÃO ABDOMIMAL

Hematoma do músculo reto

HÉRNIA DE PETIT

Hérnia do triângulo lombar inferior

POPULAÇÃO EM QUE É MAIS FREQUENTE HÉRNIA OBTURATÓRIA

à direita e mais frequentemente em multíparas acima de 60 anos

CAUSA MAIS COMUM DE ABDOME AGUDO EM PACIENTES ACIMA DE 50 ANOS

Colecistite Aguda

RAIO-X DE TÓRAX E ABDÔMEN APRESENTA DISTENSÃO DE DELGADO COM NÍVEIS HIDROAÉREOS E PRESENÇA DE GASES EM ÁRVORE BILIAR

Íleo Biliar

Impactação de cálculos biliares na luz intestina