• Shuffle
    Toggle On
    Toggle Off
  • Alphabetize
    Toggle On
    Toggle Off
  • Front First
    Toggle On
    Toggle Off
  • Both Sides
    Toggle On
    Toggle Off
  • Read
    Toggle On
    Toggle Off
Reading...
Front

How to study your flashcards.

Right/Left arrow keys: Navigate between flashcards.right arrow keyleft arrow key

Up/Down arrow keys: Flip the card between the front and back.down keyup key

H key: Show hint (3rd side).h key

A key: Read text to speech.a key

image

Play button

image

Play button

image

Progress

1/33

Click to flip

33 Cards in this Set

  • Front
  • Back
ocorre quando uma entidade de auditoria ou um
membro da equipe de auditoria poderia auferir benefícios de um interesse
financeiro na entidade auditada, ou outro conflito de interesse próprio com essa
entidade auditada.
ocorre quando o resultado de um trabalho anterior
precisa ser reanalisado ao serem tiradas conclusões sobre o trabalho de
auditoria ou quando um membro da equipe de auditoria era, anteriormente,
administrador ou diretor da entidade auditada, ou era um funcionário cujo cargo
lhe permitia exercer influência direta e importante sobre o objeto do trabalho de
auditoria.
da entidade auditada ocorre quando a entidade
de auditoria ou um membro da equipe de auditoria defendem ou parecem
defender a posição ou a opinião da entidade auditada, a ponto de poderem
comprometer ou darem a impressão de comprometer a objetividade. Pode ser o
caso da entidade de auditoria ou membro da equipe de auditoria que subordina
seu julgamento ao da entidade auditada
ocorre quando, em virtude de um relacionamento
estreito com uma entidade auditada, com seus administradores, com diretores ou
com funcionários, uma entidade de auditoria ou membro da equipe de auditoria
passam a se identificar, demasiadamente, com os interesses da entidade
auditada.
ocorre quando um membro da equipe de auditoria
encontra obstáculos para agir, objetivamente, e com ceticismo profissional devido
a ameaças, reais ou percebidas, por parte de administradores, diretores ou
funcionários de uma entidade auditada.
A auditoria interna emite opinião sob a forma de parecer?
a auditoria interna não emite uma opinião, expressa
em forma de parecer, sobre as demonstrações contábeis.
Quais os procedimentos do auditor interno nos testes de observância?
a) inspeção – verificação de registros, documentos e ativos tangíveis;
b) observação – acompanhamento de processo ou procedimento quando de sua
execução;
c) investigação e confirmação – obtenção de informações perante pessoas físicas ou
jurídicas conhecedoras das transações e das operações, dentro ou fora da entidade.
o que são evidências?
evidências são as informações ou provas obtidas pelo auditor acerca do
objeto da auditoria e que fundamentarão as suas opiniões e conclusões.
Quais são os requisitos da evidência?
Quanto tempo se caracteriza a não continuidade da empresa a partir de demonstrações contábeis?
A continuidade estará caracterizada se existir a evidência de
normalidade pelo prazo de um ano após a data das demonstrações
contábeis.
Quando constatar que há evidências de riscos na continuidade normal, o que deve fazer o auditor independente?
em seu
parecer, mencionar, em parágrafo de ênfase, os efeitos que tal
situação poderá determinar na continuidade operacional da entidade, de
modo que os usuários tenham adequada informação sobre a mesma.
Em quais situações deve ser usado paragrafo de enfase?
Incertezas: Quando reveladas adequadamente pela administração da
entidade em notas explicativas.
Eventos Subseqüentes: Quando não revelados em notas explicativas
ou ajustados adequadamente nas demonstrações contábeis.

e evidências de risco de continuidade da empresa
Situações que indicam perda de continuidade na operação?
1) Passivo a Descoberto;
2)Posição negativa do capital circulante líquido;
3)Empréstimos com prazo fixo e vencimentos imediatos, sem
possibilidade de renovação pelos credores;
4)Excessiva participação de empréstimos de curto prazo, sem
possibilidade de renovação pelos credores;
5) Índices financeiros adversos de forma contínua;
6) Prejuízos substanciais de operação e de forma contínua;
7) Retração ou descontinuidade na distribuição de resultados;
8)Incapacidade de devedores na data do vencimento;
9)Dificuldades de acertos com credores;
10)Alterações ou renegociações com credores; e
11)Incapacidade de obter financiamentos para desenvolvimento de
novos negócios ou produtos, e inversões para aumento da
capacidade produtiva.

b) Indicadores de Operação
1) Perda de elementos-chave na administração sem modificações
ou substituições imediatas;
2) Perda de mercado, franquia, licença, fornecedor essencial ou
fiananciador estratégico; e
3) Dificuldades de manter mão-de-obra essencial para a
manutenção da atividade.
c) Outras Indicações
1)Não cumprimento de normas legais, regulamentares e
estatutárias;
2)Contingências capazes de não serem cumpridas pela entidade; e
3)Mudanças das políticas governamentais que afetam a entidade.
Qual a diferença entre amostragem estratificada e amostragem por conglomerado?
Na amostragem estratificada a amostra é dividida em subgrupos
homogêneos.

Na amostragem por conglomerado, a amostra é dividida em
subgrupos heterogêneos.
Riscos de Superdependência e de Subdependência nos
Controles Internos?
O Risco de Superdependência nos Controles Internos é o mais perigoso.
Ocorre quando o Auditor conclui que o SCCI é confiável e determina
uma quantidade de Procedimentos de Auditoria menor do que a ideal
com base nessa confiança, quando na realidade o SCCI é muito menos
confiável do que se supunha e, portanto, haverá a grande possibilidade
de erros relevantes nos Saldos das Contas ou nas Classes de Transações
não serem identificados.
O Risco de Subdependência é o contrário. O Auditor não confia no SCCI
e determina uma grande quantidade de Procedimentos de Auditoria,
quando, na realidade, o SCCI é bem mais confiável do que se supunha.
O problema do Risco de Subdependência está no trabalho
desnecessário.
Os Riscos de Aceitação Incorreta e Rejeição Incorreta?
Risco de Aceitação
Incorreta. Tal risco é o do Auditor aceitar como correto um Saldo de
uma Conta ou a ocorrência de uma Transação, quando existe erro
relevante nos dados examinados. Novamente, o maior problema do
Risco de Rejeição Incorreta é o do trabalho desnecessário
o Erro
Tolerável?
nos Testes de Observância,o Erro
Tolerável é a taxa máxima de erro (desvio) que o Auditor

o Erro
Tolerável corresponde ao percentual máximo de erro monetário
aceitável pelo Auditor em relação ao Saldo de uma Conta ou a uma
Transação, cuja ocorrência, na sua opinião, não ocasionará erro
relevante nas Demonstrações Contábeis.
A taxa de erro (desvio) é calculada dividindo-se o número de desvios
pelo tamanho da amostragem.está disposto
a aceitar sem ter que alterar o nível de confiança no Sistema de
Controles Internos da entidade.
Erro Esperado?
O Erro Esperado é estimado com base em diversos fatores, tais como os
resultados dos testes do ano anterior e o ambiente geral de controle da
empresa.
A taxa de Erro Esperado não deve ser igual ou superior à taxa do Erro
Tolerável.
Os
controles internos podem ser classificados em:
controles internos podem ter como objetivo proteger os ativos e
produzir dados contábeis confiáveis (controles contábeis) ou ajudar a
administração na condução dos negócios (controles administrativos)
A
principal finalidade do auditor independente de demonstrações
contábeis quando estuda e avalia o sistema contábil e de controle
interno da entidade auditada é:
determinar a natureza, oportunidade e extensão da aplicação dos
procedimentos de auditoria
É responsabilidade do auditor interno detectar erros e frandes?
A responsabilidade primária pela detecção de
erros e fraudes é da administração.
Na avaliação interna o que deve ser levado em conta?
o tamanho e complexidade das atividades da entidade;
• os sistemas de informação contábil, para efeitos tanto internos quanto
externos;
• as áreas de risco de auditoria;
• a natureza da documentação, em face dos sistemas de informatização
adotados pela entidade;
• o grau de descentralização de decisão adotado pela administração da
entidade; e
• o grau de envolvimento da auditoria interna, se existente.
Risco Inerente?
é a suscetibilidade a impropriedades decorrentes da
ausência ou da inadequação de controles internos.
Risco de controle
o risco de uma eventual incorreção não ser
tempestivamente detectada, ou seja, mesmo que haja controles
adequados, existe a possibilidade de falhas na sua aplicação
Risco de detecção
é o risco de o auditor não detectar um erro ou
fraude que afete as demonstrações contábeis e está ligado ao
grau de eficácia dos procedimentos conduzidos pelo audito
Como é a fórmula do risco de auditoria?
Risco de Auditoria = Risco Inerente x Risco de Controle x Risco de Detecção
é a entidade que determina o que é relevante e o que não é?
A determinação do que é relevante, nesse contexto, é uma questão de
julgamento profissional.
Cuidado! Não é a entidade que define o que é e o que não é relevante. Essa é
uma atribuição do auditor. Pensar de forma diferente seria uma afronta à
independência desse profissional.
relevância e risco
quanto menor for a relevância, maior será o risco.
existência?
se o componente patrimonial existe em certa data;
direitos e obrigações?
se efetivamente existentes em certa data;
ocorrência?
se a transação de fato ocorreu
abrangência –?
se todas as transações estão registradas; e
mensuração, apresentação e divulgação?
se os itens estão avaliados,
divulgados, classificados e descritos de acordo com os Princípios
Fundamentais de Contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade.